| Micrurus altirostris (Coral verdadeira) | |||||
| Família | Genero | Espécie | Subespécie | Região | Grau toxidade |
| Elapidae | Micrurus | altirostris | América do Sul | ||
| Nomes populares na América do Sul | Boipinima, Cobra Coral, Cobra Coral Pampeana, Cobra Coral Uruguaia, Cobra Coral de Muitos Aneis, Cobra Coral de Rabo Curto, Coral, Coral Cola Corta,Coral Uruguaya, Coral Venenosa, Many-banded Coral Snake, Mboi-chumbe, Mboi-chumbe-guazo, Mboi-yvyvovo, Mil Colores, Naca-naca, Short-tailed Coral, Snake, Southern Coral Snake, Tres Colores, Uruguayan Coral Snake, Vibora de Coral |
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| Formato geral | Cabeça é pequena, arredondada e mal distinta do pescoço. Os olhos são moderadamente pequeno em tamanho, com pupilas redondas. Dorsal escalas são lisas e brilhantes sem poços apical. Supra-anal quilhas estão ausentes no sexo masculino. Dorsal scale count 15 - 15 - 15. Caracteriza-se por apresentar ao longo do corpo grupos de três anéis pretos (tríades), separados por anéis mais estreitos de cor creme e intercalados por anéis mais largos, de cor vermelha. Todos os anéis circundam todo o corpo. |
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| Comprimento | 0.55m max 1.30m |
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| Características | De comprimento médio, corpo esguio cobra coral com uma cauda muito curta. Pode crescer para um máximo de cerca de 1,31 metros. É abundante em zonas de campo e margens de matas. Possui hábitos subterrâneos, vivendo em buracos ou sombra de árvores. Alimenta-se de outras serpentes ou lagartos sem patas (cobras-cegas). Quando ameaçada, para imediatamente erguendo a cauda, que se enrola em “S”; o macho pode ainda, everter o hemipênis (órgão sexual masculino), que por ser cheio de espinhos, assusta quem o enxerga, originando a lenda de que a coral tem um “ferrão” na cauda. |
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| Reprodução | É ovípara, colocando em média 6 ovos. |
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| Habitos | Alimenta-se principalmente de lagartos (especialmente lagartos sem patas) e cobras (especialmente cobras cegas).
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| Segurança | Como toda a serpente peçonhenta a Coral é extremamente venenoza. Todo cuidado é pouco. |
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| Habitat | Marca | Distribuição geográfica | |||
Argentina, Brazil, Uruguay Baixa montano floresta úmida, floresta estacional decidual tópicos e subtropicais, savanas, pastagens e campos agrícolas, arenosos ou rochosos e áreas de floresta temperada.
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| Curiosidades | xxx |
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| Micrurus altirostris (Coral verdadeira) | ||||
| Profilaxia dos acidentes ofídicos | Por uma série de fatores relacionados ao comportamento das serpentes e do próprio homem, a prevenção dos acidentes ofídicos torna-se extremamente difícil. No entanto,algumas medidas básicas de prevenção podem ser adotadas
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| Cuidados | As Bothrops ou jararacas são responsáveis por grande parte dos acidentes ofídicos registrados em sua área de ocorrência. Perigosíssimas, preparam o bote ao ver se aproximar qualquer ser. Vivem em ambiente preferencialmente úmidos, como beira de rios e córregos, onde também se encontam ratos e sapos, seus pratos mais caçados. Dormem durante o dia debaixo de folhagens secas e úmidas, e gostam de tomar sol, geralmente sol pós chuva. São extremamente rápidas e ágeis. Não tente tirar veneno ou manusear estes animais sem ajuda especializada. Todo cuidado ainda é pouco! Se não estiver em local abitado, no campo ou floresta por exemplo, deixe o animal em seu ambiente, avise os outros do seu grupo e se afaste. NÃO SE APROXIME!!
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| Micrurus altirostris (Coral verdadeira) | |
| Description | PRIMEIROS SOCORROS Conjunto de ações com o objetivo de manter a vida e/ou minimizar sofrimentos e seqüelas, prestadas às vítimas de acidentes, até que socorristas especializados tomem conta do caso. |
| Detalhes | Os primeiros socorros em acidentes causados por serpentes venenosas consistem em:
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| Tratamento Humanos - Elapidae - Micrurus | ||||||||||||||||
| TratamentoVer também página tratamentos | Ver mais na página tratamento Micrurus
A precocidade do atendimento médico é fator fundamental na evolução e no prognóstico do doente |
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| Medidas gerais | Anéis e alianças devem ser retirados do dedo atingido, pois o edema pode tornar-se intenso, produzindo um sistema de garrote. O uso de torniquete, com a finalidade de reter o veneno no local da picada, é contra-indicado para os acidentes botrópicos. É também contra-indicado utilizar instrumentos cortantes com a finalidade de fazer cortes ao redor da picada, pois os venenos possuem frações proteolíticas que irão atuar nesses locais, piorando muito a necrose. O doente deve ser colocado em repouso e transportado rapidamente para um hospital, onde deve receber tratamento específico. A imunoprofilaxia contra o tétano deve ser realizada. O soro antiofídico a ser aplicado deve ser específico para o gênero ao qual a serpente pertence. Deve ser administrado o mais precocemente possível, em dose única, de preferência pela via intravenosa, com o objetivo de neutralizar a peçonha antes que ela possa ter causado dano. As reações inerentes à soroterapia podem ser imediatas (anafiláticas, anafilactóides e pirogênicas) ou tardias, manifestando-se seis a 10 dias após, pela doença do soro. |
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| Sintomatologia local | Nos acidentes elapídicos (CORAIS), a sintomatologia ocorre minutos após, em virtude do baixo peso molecular das neurotoxinas. A sintomatologia predominante é a neurotóxica e o doente apresenta fácies miastênica, com ptose palpebral bilateral, paralisia flácida dos membros. O quadro é mais grave que o dos acidentes crotálicos, devido à elevada incidência de paralisia respiratória de instalação súbita. |
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| Tratamento serpentes do gênero Micrurus | O soro específico antielapídico deve ser aplicado por via intravenosa, em quantidade suficiente para neutralizar 150 mg de veneno. O bloqueio da junção mioneural, em alguns acidentes elapídicos, ocorre pós-sinapticamente. A reversão desse bloqueio é possível, portanto, através do uso de anticolinesterásicos. O esquema indicado é o seguinte: cinco injeções intravenosas de 0,5 mg de neostigmina Diante da possibilidade de haver ou não resposta aos colinesterásicos, dependendo do tipo de bloqueio da junção mioneural, a Organização Mundial da Saúde recomenda a administração de 10mg de cloridrato de edrofônio (Tensilon®, 1 ml = 10mg), por via intravenosa, cujo efeito se fará sentir imediatamente após a injeção. Nos casos em que houver melhora, deve-se utilizar o esquema de uso de anticolinesterásicos citado. Para as crianças usar o esquema descrito no quadro 4.
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| Tratamento Animais - - Elapidae - Micrurus | |
| Acidente Botrópico | O sintoma mais evidente é o edema progressivo (inchaço) no local da picada, como no focinho, barbela ou membros podendo em muitos casos ser observado também hemorragia, não sendo esta necessariamente a causa da morte. É importante ser considerada para efeito de atendimento e tratamento, o local da picada e a espécie animal acidentada. Nos animais de grande porte, a picada nos membros leva à dificuldade de locomoção e muitas vezes ao decúbito prolongado, incapacitando o animal para pastar e ter acesso aos bebedouros. O acidente na região da boca e língua pode impossibilitar o animal de ingerir alimentos e água o que propicia a desidratação. Nos eqüinos dada a incapacidade desses animais respirarem pela boca, a picada no focinho pode levar a morte por insuficiência respiratória. O mesmo pode ocorrer com bovinos quando o edema atinge a região da laringe. A gravidade do acidente botrópico está relacionada à quantidade de veneno injetada no momento da picada e o tamanho do animal. Quanto menor o porte do animal, menor a chance de sobrevivência. Quanto maior for o intervalo entre o acidente e o tratamento, mais graves serão os sintomas e as seqüelas observadas, principalmente necroses. |
| Tratamento: | Em Medicina Veterinária, o tratamento é feito a partir das quantidades de veneno que as serpentes podem injetar no momento da picada. Nos acidentes causados por serpentes do gênero Bothrops a quantidade de soro a ser utilizada deve ser suficiente para neutralizar no mínimo 100 mg de veneno e 50 mg no caso de acidentes com serpentes do gênero Crotalus. O soro antiofídico de uso comercial é padronizado de forma que 1 mililitro neutraliza 2 miligramas de veneno botrópico e 1 miligrama de veneno crotálico. Assim sendo, a quantidade mínima de soro antiofídico a ser aplicada nos acidentes crotálico ou botrópico é de 50 mililitros independente do tamanho do animal. Em animais de grande porte (acima de 50 Kg) o volume total de soro (50 mL) deve ser aplicado
lentamente por via intravenosa. Nos animais de porte menor, o soro deve ser diluído em solução fisiológica e aplicado gota a gota por via intravenosa. Na impossibilidade de se utilizar a via intravenosa, o soro deve ser administrado preferencialmente pela via intraperitoneal ou em último recurso pelas vias intramuscular
e subcutânea. A quantidade de soro a ser utilizada deve ser aplicada independente do tempo decorrido entre o acidente e o atendimento, sendo que a eficácia do tratamento com o soro é maior quanto menor for esse tempo. |
| Tratamentos Complementares | Os animais acidentados devem ser mantidos sob observação permanente de no mínimo 72 horas, devendo ser mantidos em locais sossegados, confortáveis e submetidos ao mínimo de movimentação ou manipulação. Os animais com incapacitação para ingerir água devem ser adequadamente hidratados por via parenteral com soluções eletrolíticas como ringer lactato. Nos animais acidentados na região da cabeça, particularmente equídeos, a dificuldade respiratória deve ser corrigida mediante a realização de traqueostomia. Os animais de grande porte (acima de 100 Kg), principalmente quando acidentados nos membros, devem ser mantidos quando em decúbito em local forrado com bastante capim ou areia macia. Os ferimentos no local da picada devem ser lavados com água e sabão e tratados com antissépticos. O local da picada não deve ser lancetado, perfurado ou garroteado com o intuito de reduzir a absorção do veneno. Essa prática pode levar a infecções gravíssimas, e contaminação pelos microorganismos causadores do tétano ou gangrena gasosa. O uso de antibióticos e a profilaxia do tétano devem ser feitas sob orientação do Médico Veterinário. Sintomas de reações anafiláticas causadas pela aplicação do soro são raros e devem ser tratados de acordo com a gravidade, com medicamentos a base de adrenalina, antihistamínicos e corticosteróides, e interrupção temporária da administração do soro. Em alguns casos de animais mesmo tratados adequadamente, pode advir o óbito em virtude da presença no veneno inoculado de grande quantidade da fração hemorrágica que causa lesão disseminada do endotélio vascular causando hemorragias fatais na face, nas cavidades abdominal, torácica ou ainda no saco pericárdico ou no espaço subdural, razão pela qual a necrópsia deve ser sempre realizada nesses casos. Essa fração hemorrágica nem sempre é neutralizada pelo soro utilizado no tratamento. |
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CEVAP: Centro Virtual de Toxinologia |
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| Veneno - Venom - - Elapidae - Micrurus | |
| Serpentes do gênero Micrurus | As serpentes do gênero Micrurus possuem venenos com ação neurotóxica. O quadro é mais grave que o dos acidentes crotálicos, devido à elevada incidência de paralisia respiratória de instalação súbita. “A precocidade do atendimento médico é fator fundamental na evolução e no prognóstico do doente” |
| Periculosidade | Envenenamento severo, potencialmente letal. |
| Taxa de envenenamento | Desconhecida, mas provavelmente reduzidas |
| Letalidade sem tratamento | Desconhecida, mas causou mortes |
| Efeitos locais | Efeitos no local, a dor local e inchaço só |
| Necrose local | Não ocorre, com base em evidências clínicas atuais |
| Efeitos sistêmicos gerais | Variáveis, efeitos não-específicos que podem incluir cefaléia, náusea, vômito, dor abdominal, diarreia, tonturas, colapso ou convulsões |
| Paralisia Neurotóxicos | Comumente desenvolve paralisia flácida |
| Miotoxicidade | Comum, geralmente leve a moderada |
| Coagulopatia e hemorragias | Não ocorre, com base em evidências clínicas atuais |
| Lesão renal | Complicação reconhecida, geralmente secundária a miólise |
| Cardiotoxicidade | Efeito raro, geralmente secundária |
| Outros efeitos | Não ocorrem, com base em evidências clínicas atuais |
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| Quant. média VENENO |
8 to 10 mg ( dry weight ), Roze (1996) ( Ref : R000985 ). ( M. f. multicinctus ) : 8 to 10 mg ( dry weight ), Roze (1996) ( Ref : R000985 ). |
| Neurotoxins | Postsynaptic neurotoxins |
| Myotoxins | Systemic myotoxins present |
| Procoagulants | Probably not present |
| Anticoagulants | Probably not present |
| Haemorrhagins | Probably not present |
| Nephrotoxins | Probably not present |
| Cardiotoxins | Probably not present |
| Necrotoxins | Probably not present |
| Venom Other | Unknown - desconhecido |
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| Fonte Dados | |
| AntiVenom - Elapidae - Micrurus | ||
Os soros antiveneno (soros heterólogos) são obtidos a partir de soro de eqüídeos (cavalos) hiperimunizados com venenos específicos. Nos casos onde a soroterapia for indicada, ela é o único tratamento eficaz. Tipos de soro antiveneno
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Técnica para conservação dos soros, validade e vencimento Conservação os soros nunca devem ser conservados em congelador, e sim na geladeira, onde a temperatura está entre 2 e 8 graus positivos, assim mantêm sua potência neutralizadora por vários anos. Validade o prazo de validade indicada no rótulo é de três anos, a contar da última prova de potência. Vencimento os soros com prazo de validade vencido não devem ser desprezados, podendo ser usados em situações de emergência, considerando porém, como tendo somente a metade da potência indicada na embalagem. |
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Esta prática deve ser efetuada como rotina nos pacientes que serão submetidos à soroterapia, e sempre antes da administração de anti-histamínicos ou corticosteróides, pois estes últimos podem mascarar os resultados.
REAÇÃO POSITIVA Desenvolvimento de pápula urticariforme com prolongamentos, no ponto de inoculação REAÇÃO NEGATIVA Ausência de pápula local. Pode haver eritema, mas sem relevo. |
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Administração de soro heterólogo Esta fase deve ser sempre precedida da prova intradérmica de sensibilidade. Com prova intradérmica negativa nos pacientes não sensíveis, deve-se proceder a administração da dose recomendada, nas vias preconizadas. A administração prévia de anti-histamínicos (Fenergan), 1 ampola por via muscular, tem se mostrado benéfico, pois, além de diminuir as reações adversas, seda o paciente. Com prova intradérmica positiva neste grupo, a administração do soro deverá ser efetuada com precauções especiais:
É conveniente ressaltar que, mesmo ante o risco indicado por uma prova de sensibilidade positiva, não se deve hesitar na administração do soro específico. Evitar a via intravenosa nos casos de hipersensibilidade. |
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Reações inerentes à soroterapia Reação imediata Choque anafilático O choque anafilático é muito raro, porém, deve ser considerado devido a sua gravidade. As Reação tardia Doença do soro A doença do soro é outra reação que pode aparecer entre 6 a 10 dias após a injeção do soro, |
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Soros
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| Antivenom Code: SAmIBB06 Antivenom Name:Antielapidico Manufacturer: Instituto Butantan Address: Av. Vital Brasil, 1500 Butanta 05503-900 Sao Paulo - SP Country: Brazil |
Antivenom Code: SAmFED05 Antivenom Name: Soro Anti-Elapidico Manufacturer: Fundacao Ezequiel Dias - FUNED Phone: ++55-31-3371-9525 Address: Rua Conde Pereira Carneiro, 80 - Gameleria Belo Horizonte, MG - CEP 30510-010 Country: Brazil |
Antivenom Code: SAmNIA04 Antivenom Name: Antimicrurus Manufacturer: Instituto Nacional de Produccion de Biologics A.N.L.I.S. 'Dr. Carlos G. Malbran' Phone: ++54-11-4303-1806 (to 11) Address: Avdo. Velez Sarsfield 563, CP 1281 Buenos Aires, Country: Argentina |
| Antivenom Code: SAmIBM08 Antivenom Name: Coralmyn Manufacturer: Instituto Bioclon Phone: ++525-488-3716 Address: Calzada de Tlalpan No. 4687 Toriello Guerra C.P. 14050 Mexico, D.F., Country: Mexico |
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| Micrurus altirostris (Coral verdadeira) | |
Mario Sacramento |
Filmado na RPPN SANTUÁRIO RÃ-BUGIO - GUARAMIRIM - SC. Saiba mais visitando o site do Instituto Rã-bugio |
| Micrurus altirostris (Coral verdadeira) | |||||||||
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