| Bothrops jararacussu (JARARACA) | |||||
| Família | Genero | Espécie | Subespécie | Região | Grau toxidade |
| Viperidae | Bothrops | jararaca | jararacussu | América do Sul | |
| Nomes populares na América do Sul | Cabeca de Sapo, Jararacucu, Jararacucu malha de Sapo, Jararacucu Tapete, Jararacucu Verdadeiro, Kiririog-saiyu, Patrona , Surucucu Apete, Surucucu Dourado, Surucucu Tapete, Urutu Amarelo, Urutu dourado, Urutu Estrela, Urutu Preto Yarara-cussu, Yarara Dorada, Yarara-guasu, Yarara-guazu,Yope Pintada, Yoperojobobo Venenosa | ||||
| Formato geral | Pitviper grande e encorpada. Cabeça larga, achatada, forma de lança de cima e distinta pescoço estreito. Focinho não é elevada. Olhos de tamanho médio, pupilas verticais elípticas. Escamas dorsais carenadas | ||||
| Comprimento | 0.9m max 2.2m | ||||
| Características | Bothrops jararacussu (jararacussu). É uma das maiores víboras do mundo, podendo atingir 2,5 m de comprimento. Sua cabeça é alta, daí chamarem-na, também, de surucucu-cabeça-de-sapo. A coloração de fundo é clara, amarelada, onde se estampam, ao longo do corpo, grandes manchas losangulares, intercaladas lateralmente de manchas semelhantes às das cruzeiras, de cor preta. A cabeça é negra com linhas amarelas, que correm do focinho para os lados e para trás. | ||||
| Reprodução | Vivípara | ||||
| Habitos | Terrestres, serpente noturna. | ||||
| Segurança | NÃO SE APROXIME!!Perigosíssima, prepara o bote ao ver se aproximar qualquer ser. Pode ser altamente irrascível se provocada. | ||||
| Habitat | Marca | Distribuição geográfica | |||
Argentina, Bolivia, Brasil, Paraguay
Distribui-se em ambientes de mata (Subtropical, Atlântica e de Araucária), em que ocorrem banhados, sendo mais comum na região do Alto Uruguai. Floresta tropical, floresta tropical semi-decídua, floresta verde e pinhal em pântano |
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| Curiosidades | xxxxxxxxxxxxxxxx |
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| Cuidados com Bothrops (jararacas) | ||||
| Profilaxia dos acidentes ofídicos | Por uma série de fatores relacionados ao comportamento das serpentes e do próprio homem, a prevenção dos acidentes ofídicos torna-se extremamente difícil. No entanto,algumas medidas básicas de prevenção podem ser adotadas
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| Cuidados | As Bothrops ou jararacas são responsáveis por grande parte dos acidentes ofídicos registrados em sua área de ocorrência. Perigosíssimas, preparam o bote ao ver se aproximar qualquer ser. Vivem em ambiente preferencialmente úmidos, como beira de rios e córregos, onde também se encontam ratos e sapos, seus pratos mais caçados. Dormem durante o dia debaixo de folhagens secas e úmidas, e gostam de tomar sol, geralmente sol pós chuva. São extremamente rápidas e ágeis. Não tente tirar veneno ou manusear estes animais sem ajuda especializada. Todo cuidado ainda é pouco! Se não estiver em local abitado, no campo ou floresta por exemplo, deixe o animal em seu ambiente, avise os outros do seu grupo e se afaste. NÃO SE APROXIME!!
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| Primeiros Socorros - Bothrops jararacussu | |
| Description | PRIMEIROS SOCORROS Conjunto de ações com o objetivo de manter a vida e/ou minimizar sofrimentos e seqüelas, prestadas às vítimas de acidentes, até que socorristas especializados tomem conta do caso. |
| Detalhes | Os primeiros socorros em acidentes causados por serpentes venenosas consistem em:
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| Tratamento Humanos - Bothrops jararacussu | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| TratamentoVer também página tratamentos | Ver mais também na página tratamento Bothrops
A precocidade do atendimento médico é fator fundamental na evolução e no prognóstico do doente |
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| Sintomatologia local | Imediatamente após a picada, em geral nos primeiros 30 minutos, ocorrem dor, edema, eritema e calor local. A dor é imediata, de intensidade variável, podendo ser o único sintoma. O edema endurado, acompanhado de calor e rubor, pode estar ausente no início, mas instala-se dentro das primeiras seis horas. A instalação de bolhas, equimoses e necroses em geral ocorre após 12 horas do acidente, casos em que podem advir as complicações infecciosas. |
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| Tempo de coagulação | O tempo de coagulação e o tempo de tromboplastina parcial ativada estão aumentados pela ação coagulante do veneno. O tempo de coagulação é exame útil, de fácil execução, podendo ser realizado em lâmina e/ou em tubo simples de vidro. O tempo de coagulação normal varia entre três e seis minutos, podendo ser indeterminado nos acidentes botrópicos. |
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| Hemorragia local e sistêmica | As hemorragias podem ocorrer no local da picada ou em pontos distantes, tais como gengivas (gengivorragia), nariz (epistaxe), tubo digestivo alto (hematêmese), rins (hematúria) e às vezes na borda do leito ungueal. |
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| Quadro clínico Complicações |
As principais complicações locais são a necrose primária, em decorrência da ação do próprio veneno, ou a secundária, por efeito de infecção bacteriana. Esta última em geral está associada a germes Gram-negativos, tais como a Morganella morganii, Escherichia coli, Providencia sp, Klebsiella sp, Enterobacter sp e raramente por germes Gram-positivos, entre eles o Staphylococcus aureus e Staphylococcus epidermidis. |
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| Medidas gerais | Anéis e alianças devem ser retirados do dedo atingido, pois o edema pode tornar-se intenso, produzindo um sistema de garrote. O uso de torniquete, com a finalidade de reter o veneno no local da picada, é contra-indicado para os acidentes botrópicos. É também contra-indicado utilizar instrumentos cortantes com a finalidade de fazer cortes ao redor da picada, pois os venenos possuem frações proteolíticas que irão atuar nesses locais, piorando muito a necrose. O doente deve ser colocado em repouso e transportado rapidamente para um hospital, onde deve receber tratamento específico. A imunoprofilaxia contra o tétano deve ser realizada. O soro antiofídico a ser aplicado deve ser específico para o gênero ao qual a serpente pertence. Deve ser administrado o mais precocemente possível, em dose única, de preferência pela via intravenosa, com o objetivo de neutralizar a peçonha antes que ela possa ter causado dano. As reações inerentes à soroterapia podem ser imediatas (anafiláticas, anafilactóides e pirogênicas) ou tardias, manifestando-se seis a 10 dias após, pela doença do soro. |
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| Tratamento serpentes do gênero Bothrops | O tratamento do acidente botrópico consiste em se internar o doente, colocá-lo em repouso e na posição de drenagem postural, para que ocorra a remissão mais rápida do edema. Para isso, deve-se mantê-lo em decúbito dorsal horizontal com o membro atingido elevado, de tal forma que permaneça acima do plano que tangencia o precórdio. Quando necessário, deve ser feito o tratamento local das lesões com banhos anti-sépticos, do tipo permanganato de potássio na diluição de 1:40.000. Quando ocorre falha terapêutica, antibióticos dos tipos cefalosporinas e/ou aminoglicosídeos podem ser utilizados. Entre as cefalosporinas, temos dado preferência à cefalexina (Keflex®), por ser um antibiótico de emprego pela via oral. A dose preconizada é de 40 a 50 mg/Kg de peso corporal por dia. Atualmente temos dado preferência à cefuroxima (Zinnat®) nas doses de 125 a 250 mg/dose, duas vezes ao dia, pela via oral. A vacina antitetânica está indicada e o soro antitetânico deverá ser aplicado quando ocorrer acidente grave com extensas áreas necrosadas. O tempo de coagulação tem sido usado como parâmetro de eficácia da dose de soro empregada. Se, após 12 horas do início do tratamento, o sangue do doente ainda estiver incoagulável, deve-se realizar soroterapia adicional na dose de 100 mg de antiveneno. Nos acidentes causados por Bothrops moojeni, tem sido indicada fasciotomia nos casos de edemas volumosos e progressivo do membro atingido. Essa conduta está contra-indicada quando existe anormalidade na coagulação sanguínea. Nos pacientes em que ocorrer perda de função de grupos musculares está indicada a fisioterapia e, eventualmente, cirurgia plástica e ortopédica corretivas.
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| Classificação quanto à gravidade e soroterapia recomendada para o acidente botrópico |
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| Tratamento Animais - Bothrops (JARARACA) | |
| Acidente Botrópico | O sintoma mais evidente é o edema progressivo (inchaço) no local da picada, como no focinho, barbela ou membros podendo em muitos casos ser observado também hemorragia, não sendo esta necessariamente a causa da morte. É importante ser considerada para efeito de atendimento e tratamento, o local da picada e a espécie animal acidentada. Nos animais de grande porte, a picada nos membros leva à dificuldade de locomoção e muitas vezes ao decúbito prolongado, incapacitando o animal para pastar e ter acesso aos bebedouros. O acidente na região da boca e língua pode impossibilitar o animal de ingerir alimentos e água o que propicia a desidratação. Nos eqüinos dada a incapacidade desses animais respirarem pela boca, a picada no focinho pode levar a morte por insuficiência respiratória. O mesmo pode ocorrer com bovinos quando o edema atinge a região da laringe. A gravidade do acidente botrópico está relacionada à quantidade de veneno injetada no momento da picada e o tamanho do animal. Quanto menor o porte do animal, menor a chance de sobrevivência. Quanto maior for o intervalo entre o acidente e o tratamento, mais graves serão os sintomas e as seqüelas observadas, principalmente necroses. |
| Tratamento: | Em Medicina Veterinária, o tratamento é feito a partir das quantidades de veneno que as serpentes podem injetar no momento da picada. Nos acidentes causados por serpentes do gênero Bothrops a quantidade de soro a ser utilizada deve ser suficiente para neutralizar no mínimo 100 mg de veneno e 50 mg no caso de acidentes com serpentes do gênero Crotalus. O soro antiofídico de uso comercial é padronizado de forma que 1 mililitro neutraliza 2 miligramas de veneno botrópico e 1 miligrama de veneno crotálico. Assim sendo, a quantidade mínima de soro antiofídico a ser aplicada nos acidentes crotálico ou botrópico é de 50 mililitros independente do tamanho do animal. Em animais de grande porte (acima de 50 Kg) o volume total de soro (50 mL) deve ser aplicado
lentamente por via intravenosa. Nos animais de porte menor, o soro deve ser diluído em solução fisiológica e aplicado gota a gota por via intravenosa. Na impossibilidade de se utilizar a via intravenosa, o soro deve ser administrado preferencialmente pela via intraperitoneal ou em último recurso pelas vias intramuscular
e subcutânea. A quantidade de soro a ser utilizada deve ser aplicada independente do tempo decorrido entre o acidente e o atendimento, sendo que a eficácia do tratamento com o soro é maior quanto menor for esse tempo. |
| Tratamentos Complementares | Os animais acidentados devem ser mantidos sob observação permanente de no mínimo 72 horas, devendo ser mantidos em locais sossegados, confortáveis e submetidos ao mínimo de movimentação ou manipulação. Os animais com incapacitação para ingerir água devem ser adequadamente hidratados por via parenteral com soluções eletrolíticas como ringer lactato. Nos animais acidentados na região da cabeça, particularmente equídeos, a dificuldade respiratória deve ser corrigida mediante a realização de traqueostomia. Os animais de grande porte (acima de 100 Kg), principalmente quando acidentados nos membros, devem ser mantidos quando em decúbito em local forrado com bastante capim ou areia macia. Os ferimentos no local da picada devem ser lavados com água e sabão e tratados com antissépticos. O local da picada não deve ser lancetado, perfurado ou garroteado com o intuito de reduzir a absorção do veneno. Essa prática pode levar a infecções gravíssimas, e contaminação pelos microorganismos causadores do tétano ou gangrena gasosa. O uso de antibióticos e a profilaxia do tétano devem ser feitas sob orientação do Médico Veterinário. Sintomas de reações anafiláticas causadas pela aplicação do soro são raros e devem ser tratados de acordo com a gravidade, com medicamentos a base de adrenalina, antihistamínicos e corticosteróides, e interrupção temporária da administração do soro. Em alguns casos de animais mesmo tratados adequadamente, pode advir o óbito em virtude da presença no veneno inoculado de grande quantidade da fração hemorrágica que causa lesão disseminada do endotélio vascular causando hemorragias fatais na face, nas cavidades abdominal, torácica ou ainda no saco pericárdico ou no espaço subdural, razão pela qual a necrópsia deve ser sempre realizada nesses casos. Essa fração hemorrágica nem sempre é neutralizada pelo soro utilizado no tratamento. |
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CEVAP: Centro Virtual de Toxinologia |
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| Veneno - Venom - Bothrops jararacussu | |
| As serpentes do gênero Bothrops possuem venenos com ações coagulante, proteolítica e vasculotóxica. | Ação coagulanteÉ a propriedade que o veneno das serpentes dos gêneros Bothrops, Crotalus e Lachesis tem de transformar diretamente o fibrinogênio em fibrina, tornando o sangue incoagulável. Ação proteolíticaA ação proteolítica, também denominada de necrosante, decorre da ação citotóxica direta nos tecidos por frações proteolíticas do veneno. Pode haver liponecrose, mionecrose e lise das paredes vasculares. Ação vasculotóxicaO veneno das serpentes do gênero Bothrops pode causar hemorragias local ou sistêmica em nível de pulmões, cérebro e rins. O edema no local da picada, que em geral ocorre minutos após o acidente, é decorrente de lesão tóxica no endotélio de vasos sanguíneos. Outras açõesOs acidentes botrópicos podem ser acompanhados de choque, com ou sem causa definida. Entre eles, a hipovolemia por perda de sangue ou plasma no membro edemaciado, a ativação de substâncias hipotensoras, o edema pulmonar e a coagulação intravascular disseminada. |
| Patogenia e quadro clínico - veneno proteolítico e coagulante. | Corresponde a aproximadamente 90% dos acidentes por serpentes peçonhentas. CASO BENÍGNOedema local discreto ou ausente tempo de coagulação prolongado (até 15minutos) CASO MÉDIOedema local evidente sangue incoagulável (mais de 30 minutos) estado geral conservado CASO GRAVEedema local intenso sangue incoagulável (mais de 30 minutos) mal estado geral (choque periférico)
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| Tratamento específico | Soro antibotrópico ou fração antibotrópica do soro antiofídico (polivalente). CASO BENÍGNO — Dose 100mg — Via 1/1 Sub Cutãnea CASO MÉDIO — Dose 150 a 200mg — Via 1/3 Sub Cutãnea e 2/3 Endo Venosa CASO GRAVE — Dose 400mg ou mais — Via 1/3 Sub Cutãnea e 2/3 Endo Venosa
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| Tratamento complementar |
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| Prognóstico Mortalidade |
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| Quant. média VENENO * VENOM Average Qty |
40 to 70 mg ( dry weight ), Minton (1974) ( Ref : R000504 ). |
| Neurotoxins | Probably not present - Provavelmente não presente |
| Myotoxins | Possibly present - Provavelmente presente |
| Procoagulants | Fibrinogenases |
| Anticoagulants | Probably not present - Provavelmente não presente |
| Haemorrhagins | Zinc metalloproteinase |
| Nephrotoxins | Possibly present - Possivelmente presente |
| Cardiotoxins | Possibly present - Possivelmente presente |
| Necrotoxins | Present but not defined - Presente mas não definido |
| Venom Other | Unknown - desconhecido |
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| Fonte Dados | |
| AntiVenom - Bothrops jararacussu | ||
Os soros antiveneno (soros heterólogos) são obtidos a partir de soro de eqüídeos (cavalos) hiperimunizados com venenos específicos. Nos casos onde a soroterapia for indicada, ela é o único tratamento eficaz. Tipos de soro antiveneno
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Técnica para conservação dos soros, validade e vencimentoConservaçãoos soros nunca devem ser conservados em congelador, e sim na geladeira, onde a temperatura está entre 2 e 8 graus positivos, assim mantêm sua potência neutralizadora por vários anos. Validadeo prazo de validade indicada no rótulo é de três anos, a contar da última prova de potência. Vencimentoos soros com prazo de validade vencido não devem ser desprezados, podendo ser usados em situações de emergência, considerando porém, como tendo somente a metade da potência indicada na embalagem. |
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Prova de sensibilidadeEsta prática deve ser efetuada como rotina nos pacientes que serão submetidos à soroterapia, e sempre antes da administração de anti-histamínicos ou corticosteróides, pois estes últimos podem mascarar os resultados.
REAÇÃO POSITIVADesenvolvimento de pápula urticariforme com prolongamentos, no ponto de inoculação REAÇÃO NEGATIVAAusência de pápula local. Pode haver eritema, mas sem relevo. |
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Administração de soro heterólogoEsta fase deve ser sempre precedida da prova intradérmica de sensibilidade. Com prova intradérmica negativanos pacientes não sensíveis, deve-se proceder a administração da dose recomendada, nas vias preconizadas. A administração prévia de anti-histamínicos (Fenergan), 1 ampola por via muscular, tem se mostrado benéfico, pois, além de diminuir as reações adversas, seda o paciente. Com prova intradérmica positivaneste grupo, a administração do soro deverá ser efetuada com precauções especiais:
É conveniente ressaltar que, mesmo ante o risco indicado por uma prova de sensibilidade positiva, não se deve hesitar na administração do soro específico. Evitar a via intravenosa nos casos de hipersensibilidade. |
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Reações inerentes à soroterapiaReação imediata Choque anafiláticoO choque anafilático é muito raro, porém, deve ser considerado devido a sua gravidade. As Reação tardia Doença do soroA doença do soro é outra reação que pode aparecer entre 6 a 10 dias após a injeção do soro, |
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Soros, fabricantes
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| Antivenom Code: SAmIBB03 Antivenom Name: Soro antibotropico-laquetico Manufacturer: Instituto Butantan Address: Av. Vital Brasil, 1500 Butanta 05503-900 Sao Paulo - SP Country: Brazil |
Antivenom Code: SAmIBB05 Antivenom Name: Soro botropico Manufacturer: Instituto Butantan Address: Av. Vital Brasil, 1500 Butanta 05503-900 Sao Paulo - SP Country: Brazil |
Antivenom Code: SAmIBB07 Antivenom Name: Soro antibotropico-crotalico Manufacturer: Instituto Butantan Address: Av. Vital Brasil, 1500 Butanta 05503-900 Sao Paulo - SP Country: Brazil |
| Antivenom Code: SAmFED01 Antivenom Name: Soro Antibotropico Manufacturer: Fundacao Ezequiel Dias - FUNED Phone: ++55-31-3371-9525 Address: Rua Conde Pereira Carneiro, 80 - Gameleria Belo Horizonte, MG - CEP 30510-010 Country: Brazil |
Antivenom Code: SAmFED02 Antivenom Name: Soro Anti-botropico-crotalico Manufacturer: Fundacao Ezequiel Dias - FUNED Phone: ++55-31-3371-9525 Address: Rua Conde Pereira Carneiro, 80 - Gameleria Belo Horizonte, MG - CEP 30510-010 Country: Brazil |
Antivenom Code: SAmFED04 Antivenom Name: Soro Antibotropico-laquetico Manufacturer: Fundacao Ezequiel Dias - FUNED Phone: ++55-31-3371-9525 Address: Rua Conde Pereira Carneiro, 80 - Gameleria Belo Horizonte, MG - CEP 30510-010 Country: Brazil |
| Antivenom Code: SAmIBM06 Antivenom Name: Antivipmyn Manufacturer: Instituto Bioclon Phone: ++525-488-3716 Address: Calzada de Tlalpan No. 4687 Toriello Guerra C.P. 14050 Mexico, D.F., Country: Mexico |
Antivenom Code: SAmNIA02 Antivenom Name: Antibothrops Tetravalente Manufacturer: Instituto Nacional de Produccion de Biologics A.N.L.I.S. 'Dr. Carlos G. Malbran' Phone: ++54-11-4303-1806 (to 11) Address: Avdo. Velez Sarsfield 563, CP 1281 Buenos Aires, Country: Argentina |
Antivenom Code: SAmICP01 Antivenom Name: Polyvalent Antivenom Manufacturer: Instituto Clodomiro Picado T. Phone: ++506-229-0344; ++506-229-3135 Address: Facultad de Microbiolgia Universidad de Costa Rica San Pedro, San Jose Central America Country: Costa Rica |
| Videos Bothrops jararacussu | |
biologiascom |
Filmado na RPPN SANTUÁRIO RÃ-BUGIO - GUARAMIRIM - SC. Saiba mais visitando o site do Instituto Rã-bugio |
| Bothrops jararacussu (JARARACA) | |||||||||
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